LUÍS DE FREITAS BRANCO – O MÚSICO-FILÓSOFO

12.72 

REF: 0 251-E002 Categoria: Etiquetas: ,

Luís de Freitas Branco incorpora no seu pensamento e na sua obra o espírito da modernidade, de uma modernidade que não é apenas artística, mas também filosófica e científica. É esta uma das teses centrais do presente livro. Modernidade, no sentido exacto daquilo que esta representa como paradigma de uma atitude, de uma metodologia ou de uma estratégia de comunicação que marca simultaneamente diferentes campos de actividade. Modernidade como aspiração aos sistemas explicativos, e daí a simpatia do artista pela indagação cientifica, baseada na busca do ?nomos? e no rigor dedutivo. Modernidade como apelo a uma razão redentora da própria condição humana, capaz de captar as leis objectivas da emancipação social, e daí a sua aproximação gradual, na acção politica, ao ?socialismo científico?. Modernidade como rigor de construção, equilíbrio da forma, unidade interna, observância das proporções, enfim, como razão ordenadora do ?caos das emoções?, na criação artística.

Referência: 0 251-E002Autor/Compositor: BRANCO, J. M. FREITASEditora J.M.P.